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Publicado em 30/01/2018 às 6:30 - Autor:

POLÍCIA: ‘Vi a hora de morrer’, diz ex-namorada que acusa Fechine de agressão

ex-fechine

Ela diz que Fechine tem uma personalidade agressiva; ele nega tudo

Redação do Correio 24 horas, com Milena Teixeira

A vendedora desempregada Alexsandra do Nascimento, 43 anos, disse que resolveu denunciar mais uma vez o ex-namorado, o humorista Renato Fechine, porque na última agressão “ele praticamente me mata”. Ela foi hoje à Delegacia de Atendimento Especial à Mulher (Deam) para prestar queixa contra o artista. Segundo a denúncia, o humorista agrediu Alexsandra com socos e murros no rosto no último dia 22.  “Eu resolvi continuar com a denúncia porque eu vi a hora de morrer, mas não foi uma atitude fácil”.

“Quando ficou mais grave eu não estava aguentando mais e vim e dei a primeira queixa aqui na delegacia. Não compareci para audiência, reatamos. Ele me agrediu novamente. Voltei, dei queixa de novo. Não compareci à audiência mais uma vez. A última foi agora, não teve jeito porque eu não suportava mais. Ele praticamente me mata”, afirmou Alexsandra ao CORREIO. Ela conta que a primeira agressão foi em março, a segunda foi entre e setembro e outubro e a última na semana passada.

SALVADOR

‘Vi a hora de morrer’, diz ex-namorada que acusa Fechine de agressão

Ela diz que Fechine tem uma personalidade agressiva; ele nega tudo

Redação do Correio 24 horas, com Milena Teixeira

 – Atualizada em 

A vendedora desempregada Alexsandra do Nascimento, 43 anos, disse que resolveu denunciar mais uma vez o ex-namorado, o humorista Renato Fechine, porque na última agressão “ele praticamente me mata”. Ela foi hoje à Delegacia de Atendimento Especial à Mulher (Deam) para prestar queixa contra o artista. Segundo a denúncia, o humorista agrediu Alexsandra com socos e murros no rosto no último dia 22.  “Eu resolvi continuar com a denúncia porque eu vi a hora de morrer, mas não foi uma atitude fácil”.


(Reprodução/TV Bahia)

“Quando ficou mais grave eu não estava aguentando mais e vim e dei a primeira queixa aqui na delegacia. Não compareci para audiência, reatamos. Ele me agrediu novamente. Voltei, dei queixa de novo. Não compareci à audiência mais uma vez. A última foi agora, não teve jeito porque eu não suportava mais. Ele praticamente me mata”, afirmou Alexsandra ao CORREIO. Ela conta que a primeira agressão foi em março, a segunda foi entre e setembro e outubro e a última na semana passada.

“Eu fiquei toda desfigurada (na 1ª agressão). Tanto que fui pro meu interior, passei uns 20 dias lá para dar uma melhorada. Fiquei com vergonha de sair. Por isso dei queixa, a primeira. A segunda ele já não deixou tanto (marca) porque eu já consegui me defender. Quebrei vaso, joguei coisa no chão, chamei a polícia, consegui sair do apartamento… Aí vim e prestei a segunda queixa. Também não fui adiante. Nisso tudo a gente tinha terminado. Passamos um tempinho terminados. Agora, depois do Réveillon pensamos em tentar reatar, de uma forma mai sdevagar, sem pressa, para ver se melhoraria o relacionamento. Foi aí que ele me agrediu dessa forma. Meu olho nem abria. Minha orelha está totalmente… Fiz três tomografias no HGE”, explica.

Ela diz que Fechine tem uma personalidade agressiva, que é exacerbada por ciúmes e pela bebida. “A maioria sempre foi baseado de ciúmes. Ou alcóol junto com ciúmes. Ele é praticamente alcóolatra. Ele começa a beber e não tem dia para parar. E bebe só vodka. E tudo sempre, essas brigas, sempre em cima de ciúmes. E às vezes até tinha briga que não era o motivo comigo. Digamos, ele tentou fechar um negócio, um contrato, não deu certo, ele descontava em mim, que era a pessoa que estava mais perto. É uma pessoa totalmente agressiva. Na rua mesmo ele grita com as pessoas, ele xinga. Já cansei de ficar com vergonha de entrar em lanchonete ele gritando, xingando ‘desgraça’, e o povo olhando. E eu considero ele uma pessoa bipolar. Na mesma hora que a gente tá bem, tá rindo, tá namorando. Aí ele muda e já começa a brigar”, diz Alexsandra.

Ela diz que vai adiante com o caso agora, mesmo que amigos em comum a tenham procurado para aconselhar a não dar queixa. “Das outras vezes, Eu dava queixa, mas continuava porque amava. Eu já tinha perdido meu amor próprio e agora e ia perder minha vida”. Ela afirma que está amedrontada.  “Eu tô medo do que vai acontecer… do que ele pode fazer comigo”.

Alexsandra tem dois filhos, de 22 e 15 anos, de outro relacionamento. Ela conta que conheceu Fechine há cerca de 3 anos, quando ele ainda era casado, mas o relacionamento começou mais recentemente – foram sete meses juntos.


Imagem mostra Alexsandra logo após o fato (Foto: Acervo Pessoal)

Outro lado

Procurado, Fechine afirmou que teve um relacionamento curto com Alexsandra e negou as agressões. Ele diz que na madrugada em questão, além dela, estavam em sua casa outras duas mulheres e um amigo. Quando os convidados foram embora, Alexsandra teria tido uma crise de ciúmes, tomado remédios para dormir e batido com a cabeça na parede. Ele afirma ainda que ela quebrou um copo na própria cabeça e usou uma garrafa de voda para agredir a si mesma. Ele diz que sua única agressão foi jogar um balde de água para acordá-la dois dias depois.

Fonte: http://www.ibahia.com

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