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Publicado em 16/05/2017 às 9:25 - Autor:

NEGÓCIOS : O novo império de Carlos Wizard

CAMPINAS/SP 29/11/2016 ECONOMIA / NEGÓGIOS / EXCLUSIVO EMBARGADO / Os novos negócios de Carlos Wizard Martins - Carlos Martins, fundador do grupo Multi (das escolas de inglês Wizard e da Microlins, de ensino de informática). Depois de vender o Grupo Multi, Carlos Martins comprou a rede de produtos naturais Mundo Verde, a marca Topper, trouxe a rede de fast-food de comida mexicana Taco Bell para o Brasil, abriu a Ronald Academy (com Ronaldo Fenômeno) e vai abrir outras franquias de futebol com nomes como Neymar. FOTO DENNY CESARE/ESTADÃO

Três anos após vender o Grupo Multi, de escolas de inglês, por R$ 2 bi, fundador comanda hoje uma companhia quase do mesmo tamanho

Cátia Luz, O Estado de S. Paulo

16 Abril 2017 | 05h00

Decisões familiares. Carlos Wizard Martins faz reuniões familiares às segundas-feiras para decidir o rumo dos negócios Foto: Denny Cesare/Estadão

Há três anos, Carlos “Wizard” Martins surpreendeu o mercado ao anunciar a venda, por quase R$ 2 bilhões, do Grupo Multi, dono das escolas de inglês Wizard e da rede profissionalizante Microlins, à britânica Pearson. A operação, a maior aquisição em educação já feita no País até então, chamou a atenção não só pelo seu tamanho, mas também pelo “desapego” do fundador ao se desfazer de 100% de um negócio que, de tanto se identificar, acabou incorporando ao próprio nome – o empresário passou a assinar Wizard em 1989, por sugestão de uma franqueada.

Hoje, Wizard está longe da tranquilidade que o título de bilionário pode trazer. Após uma série de aquisições, comanda, ao lado dos filhos – os gêmeos Lincoln e Charles – um grupo quase do mesmo tamanho da antiga companhia. “Em 2018, a gente atinge os R$ 2 bilhões em valor”, informa.

A Sforza, empresa de private equity e family office da família, reúne negócios de diversos segmentos. “O que temos é um modelo de gestão de franquias, desenvolvido por 25 anos pela Multi, que agora está sendo aplicado na alimentação saudável, nas escolas de futebol ou no sistema de fast-food”, explica.

Fonte : Estadão

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