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Publicado em 27/05/2017 às 11:44 - Autor:

MUNDO : Menina atacada por leão marinho recebe tratamento para combater bactéria rara

foca

A menina de 6 anos que foi atacada e puxada para dentro d’água por um Leão Marinho no Canadá está sendo tratada com medicamentos que combatem uma doença rara que pode levar a amputação e morte. O animal mordeu a menina pelo vestido e a puxou para dentro da água, mas, logo em seguida, foi resgatada pelo avô.

No momento do acontecido, ela não aparentava ter sofrido nada além de pequenos machucados nas costas e saiu do local andando normalmente. Atualmente, porém, encontra-se internada para combater uma bactéria chamada mycoplasma phocacerebrale, mais conhecida como “dedo de foca”, que tem um alto nível de resistência a antibióticos. Ela pode ter sido infectada por ferimentos gerados pelo animal no momento do ataque e, por esse motivo, teve que se submeter ao tratamento de forma preventiva para evitar qualquer manifestação mais grave da bactéria.

Funcionários do Aquário de Vancouver alertaram a família sobre o risco da infecção. Uma das funcionárias aponta que a bactéria é extremamente prejudicial aos humanos. “Se qualquer membro da nossa equipe fosse mordido por um leão marinho, ele levaria uma carta do nosso veterinário para o hospital, explicando que a infecção é resistente a alguns antibióticos. A família viu as notícias na mídia e entrou em contato conosco. O ferimento foi superficial e ela vai receber o tratamento correto”, explicou ao portal de notícias britânico Daily Mail.

A família negou que estava alimentando os animais na hora do ataque, mas que havia alguém próximo jogando comida. A família também não estava tirando fotos ou fazendo vídeos, estavam apenas observando. Outro funcionário, chamado Bob Baziuk, declarou que a área do píer é aberta e não se trata de um parque aquático como o SeaWorld. Os animais não devem ser alimentados e ninguém deve se aproximar deles. A família admitiu que a menina chegou mais perto do que deveria e declarou: “Foi uma lição que ela teve que aprender da pior maneira.”

Fonte : diariodepernambuco.com.br

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