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Publicado em 23/05/2017 às 12:30 - Autor:

BRASIL : PIB, inflação e juros mostram melhora com gestão Temer

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Tony Winston/Agência Brasília

Governo criou as condições para queda da inflação e dos juros

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Reformas e mudanças para reorganizar o País foram determinantes para melhora do cenário econômico
por Portal BrasilPublicado: 23/05/2017 10h04Última modificação: 23/05/2017 11h27

Com as reformas propostas pelo governo Michel Temer e as mudanças promovidas para reorganizar a economia, o País voltou a crescer, a inflação caiu e os juros assumiram tendência de queda. Indicadores deixam clara a mudança com o início da gestão e como essas medidas criaram uma perspectiva de futuro melhor.

As famílias, que sentiram o peso da recessão criada pela gestão anterior, começam a perceber no bolso a mudança de cenário. O País voltou a crescer neste início de ano. Apenas no primeiro trimestre, segundo pesquisa do Banco Central, o Brasil avançou 1,12% depois de um longo período de queda.

Na prática, esse avanço significa mais investimentos, empregos e renda para o País e para as famílias. A expectativa é que nos próximos trimestres esse desempenho melhore ainda mais. Para 2018, a projeção do mercado financeiro é que a economia cresça 2,50%.

Essas reformas ainda permitiram um melhor controle do custo de vida, ou seja, a mesa do brasileiro ficou mais farta, já que os preços subiram menos. A inflação caiu de mais de 10%, entre o fim de 2015 e o início de 2016, para 4,08%.

Caso essa projeção se confirme, será a primeira vez desde 2009 que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do centro da meta. Todos os anos, o Banco Central tem a missão de colocar esse indicador em 4,5%. Ele tem, no entanto, uma margem de erro de 1,5 ponto percentual: a inflação pode ir a, no mínimo, 3% e a, no máximo, 6%.

Queda dos juros

Ao mesmo tempo em que conseguiu fazer o País voltar a crescer e reduzir a inflação, o governo ainda criou as condições necessárias para que os juros caíssem. A taxa básica de juros (Selic), que é importante para determinar o custo de empréstimos e financiamentos, está em movimento de queda.

Entre outubro de 2012 e abril de 2016, a taxa dobrou, subiu de 7,25% ao ano para 14,25%. Depois do ano passado, com o início da gestão e de medidas, como a que criou um limite para os gastos públicos, os juros começaram a cair: foram dos 14,25% ao ano para 11,25%, e a expectativa de especialistas do mercado financeiro é que ela caia ainda mais.

Segundo o último Boletim Focus, uma publicação semanal que reúne as projeções de analistas do mercado financeiro, a Selic vai chegar ao fim de 2018 em 8,50%. Com uma taxa mais baixa, não apenas consumidores podem adquirir mais bens, as empresas ganham mais capacidade de investir e o País pode crescer mais e de forma sustentável.

Mercado mantém cenário positivo para economia em 2017

Fonte: Portal Brasil, com informações do Banco Central e do IBGE

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